sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Ministério Público em xeque


Andréa Margon

Denúncias e punições (ou não) são fontes de desestabilização de diversos governos mundo a fora. No Brasil não é diferente e, pela Constituição, o Ministério Público pode e deve denunciar ações ciminais e civis. Mas, há quem discorde desse poder, legalmente instituído. Hoje, no legislativo federal, existem duas ações que defendem limites para os poderes investigatórios do MP. A defesa fala da relevante importância do órgão para o povo brasileiro. O  tabuleiro está montado e o xeque-mate ameaça o MP.
 

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Alguma coisa com as eleições?

Andréa Margon

Superporto do Espírito Santo. São cerca de seis anos do lançamento da idéia, por parte dos trabalhadores portuários capixabas, e nada até agora. Recentemente, a mídia local volta a falar sobre o tema com informações, nada precisas, sobre a tão debatida localização. O “cabo de guerra”, agora, tem em suas pontas dois municípios – Vila Velha e Vitória. Outro tema em suspense é o pacote para os portos. Inicialmente previsto para se tornar público em setembro, teve a data adiada para outubro – vale lembrar que o mês, ainda, não acabou. Alguma coisa com as eleições?



quinta-feira, 4 de outubro de 2012

É ou não é?


Andréa Margon
Estado de greve. Esta é a condição dos trabalhadores portuários de todo o Brasil – avulsos e vinculados. A medida foi deliberada pelas três federações (Fenccovig, FNP e FNE) recentemente, por conta do ”pacote para os portos” que, ainda, não foi divulgado pelo Governo Central, mas já sofre com especulações sobre seu conteúdo. Há quem afirme que o texto fala em fim, progressivo, do trabalho portuário avulso no país, tal qual no exterior, principalmente na Europa.
 

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Gestão do ES será modelo para o país


Andréa Margon

As peculiaridades da gestão da mão de obra portuária no Espírito Santo foram apresentadas, na Secretaria Especial de Portos (SEP), dia 18. Essa foi mais uma etapa do plano de ações que os integrantes da Intersindical Portuária ES elaboraram para enfrentar o “pacote dos portos”, que está em desenvolvimento no Governo Central. O modelo capixaba servirá de base para implementação no restante do país. José Adilson Pereira, presidente da Intersindical, falou ao Planeta Porto sobre o encontro.

terça-feira, 11 de setembro de 2012

“Yo no creo en brujas, pero que las hay, las hay”

Andréa Margon

“O Brasil precisa resolver casos pontuais referentes a investimentos”. Esta foi uma das falas da ministra da Casa Civil da República, Gleisi Helena Hoffmann, em encontro dia 05 com representantes das três federações de trabalhadores portuários. No encontro, os trabalhadores se mostraram preocupados com a boataria sobre a extinção dos Órgãos Gestores (Ogmos) e, consequentemente, o fim do trabalho avulso. A ministra negou que esteja analisando a mão de obra. Mas, admitiu mudanças na gestão dos Portos Públicos. Daí, vem a máxima de Cervantes: “Yo no creo en brujas, pero que las hay, las hay”.